Salpicado em fezes
Ali estavam os três humanos pendurados nus em agonia, seu cruel torturador com a máscara da Comédia ria em alto tom, ao som dos desesperados gritos silenciosos das vítimas imobilizadas, que nada podiam fazer, além de mover a cabeça, vendo uns aos outros, coisa que apenas aumentava o terror em seus corações, iluminados pelas 9 velas que queimavam. Era fácil perceber um anel em forma de garra, pontudo como uma faca, no seu indicador esquerdo.
- Saudações, vocês aqui irão presenciar a mais bela obra de arte. Este local, este banheiro é chamado carinhosamente por mim de A Casa da Agonia, e enfim, vocês já entenderam porque temos esse nome aqui. Essas nove velas estão espalhadas de modo que a expressão de cada um de vocês, minhas crianças, seja vista com a maior expressividade. Este aqui é o meu lar, sabe, quando você vive no Inferno a vida toda, acaba se acostumando e o adotando como seu lar doce lar, e bem, hoje ele será dividido com vocês. – Ele andava para lá e para cá, em zigue-zague, com as mãos atrás das costas, sua voz era desagradável, aguda e infantil, qualquer um que ouvisse diria que ele tinha 11 anos, o que era estranho, já que Brenda se lembrava de ter ouvido uma voz totalmente diferente antes, mas era óbvio que ele forçava para alterar seu timbre, só não dava para saber qual era o original. O odor de excrementos era muito forte, na as cabines com vasos ficavam logo na frente da parede onde estavam pendurados, não havia pias ou espelho, apenas os vasos sanitários, que na realidade, davam para fossas, e não esgoto, o que explicava o acúmulo de mau cheiro. O mascarado foi até uma das cabines, lá dentro, além do vaso entupido de porcarias, havia uma pá encostada do lado do recipiente para dejetos humanos, ele a pegou, e tranquilamente retirou uma quantidade daquela pasta marrom velha, que não descia, e fedia horrivelmente, com esta pá a uma boa distância do próprio corpo, levou tudo aquilo para as vítimas, que sentiram o odor cada vez mais perto, dava para ver em seus olhos o quanto estavam horrorizados, um mar de fezes humanas em uma pá e eles imobilizados.
- Senhores, é uma nova experiência para todos vocês, então espero que estejam prontos. – Ele bateu palmas, e se colocou suas literalmente imundas mãos na barriga de Betina, que tentou se debater, mas apenas sentiu apenas mais dor assim, e parou, sentia seu coração acelerar ainda mais do que já havia acelerado, em pânico profundo, mas quando mais se debatesse, mais os pregos por seus membros a machucariam, e sabia que não ia dar para sair, no máximo rasgaria mais a carne, talvez isso fizesse que morresse mais rápido e sofresse menos, mas não tinha como fazer. Colocou suas literalmente imundas mãos na barriguinha dela, podia sentir o corpo que tremia, e sentia um profundo prazer com isso, aprofundou a sua afiada lâmina, penetrando na pele da garota, que tremia mais e mais, exatamente sobre o umbigo, penetrou até que atingisse a carne vermelha, deslizou o dedo como um habilidoso cirurgião, fazendo um rasgado na barriga da garota, da região do umbigo até o cerca de 2 dedos de distância dos seios, cortou apenas a pele e a carne, mas garantiu que não teria feito nenhum dano aos órgãos internos, o que poderia matá-la. A dor era lancinante, ela pôde sentir ser rasgada como um pedaço de carne viva, uma cesariana sem anestesia, a sua região de seu abdômen doía como o Inferno, e o pior era não poder gritar enquanto tremia, e sentia sangrar pelo corte, embora não muito, e nem mortalmente, embora o corte fosse como um cirúrgico, não podia ser “totalmente limpo”. Os outros dois fecharam os olhos, não queriam mais ver aquilo, mas podiam sentir a mesma coisa que a baixinha sentia, as piores emoções. O cheiro de merda era insuportável, havia moscas voando dentro daquela casinha iluminada à luz de velas, aqueles insetos pousavam sobre seus rostos, e então balançavam a cabeça, para espantá-las, mas acabavam voltando, ou indo para outra parte do corpo em que não poderiam ser espantadas devido à imobilização.
Ele se agachou na frente dela, o maníaco sentia o profundo cheiro de carne humana no nariz quando abriu a barriga da garota, então pegou no cocô na pá usando a própria mão, algo nojento e horrível, passou por dentro do corte, recheando o corpo da menina com excrementos. Ela olhava tudo, paralisada de dor, medo, e claro, pregos que a prendiam, lágrimas saíam sem parar dos seus olhos, sentiu aquele sólido pastoso e úmido diretamente no seu sistema digestório, não agüentou de tanto nojo, era o tipo de abominação que nenhuma pessoa com o mínimo de saúde mental agüentaria. Então vomitou em grande quantidade, mas por causa do grosso duréx que prendia sua boca, tudo voltou, e ainda mais enojada, vomitou de novo, e volto, e vomitou, e voltou, e apenas ia vomitando mais e mais, enquanto o mascarado permanecia enchendo seu interior de bosta. Ele assobiava enquanto fazia a repugnante “cobertura interna”, não dava para imaginar que tipo de porcaria planejava, mas enquanto ele fazia isso tranquilamente, sem olhar para cima, apenas olhando aquele belo intestino cheio de fezes, ela vomitava, e se sufocava, se engasgando, mal podia respirar, cada vez ficava pior, sentia a garganta queimar, a boca entupir, o fôlego sumir rapidamente, o coração acelerar muito mais do que já estava, o que já não era pouco, e um leve e gradual escurecimento das vistas. Não demorou muito para que visse tudo escurecer de vez, morta engasgada com o próprio vômito, não podia controlar as náuseas e os vômitos, e com tudo voltando, morta não poderia mais sentir dor e nem tremer de medo e dor, ficando inanimada.
- Minha primeira obra, é maravilhoso, posso sentir seu corpo perder a vida. – Com a mão fora do interior do cadáver, apoiou a máscara no corte, não sentia nada, nada daquela que deveria estar tremendo absurdamente ou se debatendo ou algo parecido, estava inanimada, morta. Se levantou, e puxou de uma vez o duréx da morta que tinha os olhos ainda abertos, o vômito que tinha lá dentro saiu todo, parecia que uma garrafa de 2 litros de gosma amarela cheia de pedacinhos sólidos cremosos tinha sido tirada da garganta da garota, sujou o chão toda, a boca dela se manteve aberta depois de ser descolada, mas pra sempre sem vida. O maníaco de dois passos pro lado e olhou para o menino que ficava de olhos fechados chorando, com a agonia pela qual passava, chorar de olhos fechados não era algo difícil, enormes e desesperados rios escorriam de seus olhos pequenos, passando por todo o rosto.
- Hum, de você eu não gostei tanto, vou te matar rapidamente. – Sem se abaixar, atravessou a carne do rapaz pouco abaixo do umbigo, ele daria dado um grito, mas realmente não podia, apenas podia sentir a demoníaca sensação que se seguia, o mascarado rasgou seu corpo até a altura do peito, abrindo com o mesmo estilo cirúrgico usado na outra vítima, mas dessa vez, colocou a mão dentro do infeliz, e cortou fora seu coração, causando uma morte mais imediata e rápida, mas não poderíamos dizer indolor. Estava morto, era doentia a dor de ter o corpo rasgado, mas até havia sido rápido, um único rasgado mortal. O sangue saiu junto com as entranhas de sua vítima, as tripas ficaram penduradas junto com o intestino, além de tudo, os rasgados haviam sido tão profundos que atingiram todos esses órgãos, que rompidos, deixaram o suco gástrico e a comida semi-digerida sair, exalando um grotesco cheiro de morte.
O odor impregnava totalmente o ar, e a sobrevivente sentia o cheiro com os olhos bem fechados, assombrada, imaginava o que podia ter acontecido, mas não tinha coragem de abrir seus olhos, e mesmo com eles fechados, chorava sem parar, tremia de terror e frio, afinal, estava pendurada nua e já era tarde da noite, quando a temperatura em Brasília cai drasticamente. Aquele mascarado parecia um morto vivo, um ser sem alma, sem coração, mesmo sem ver seu rosto, sua própria existência, presença, energia eram como de algo sem vida, mórbido, perturbador e condenado, uma maldição com pernas, uma praga em pessoa. Betina pôde sentir os dedos finos e compridos arranhando suas coxas, inacreditavelmente sentiu um certo tesão, não era a hora certa para isso, mas não podia evitar, mesmo quando ele cravou suas unhas afiadas na sua carne, rasgando, era extremamente estimulante e doloroso, ao mesmo tempo que sofria com o odor fortíssimo de fezes e dejetos humanos, doía muito, mas naquela menina, havia um certo efeito sexualmente agradável, principalmente quando o seu cruel carrasco retirou parte da máscara, deixando a boca de fora, e lambendo os rasgados em suas pernas, por onde o sangue escorria para os lábios finos do assassino.
- O sangue é a vida de toda a carne. – Bebia o sangue maliciosamente, enquanto ela enlouquecia com aquela horrível sensação de dor, medo, desespero misturado com uma gota de tesão. Quando já não sangrava muito, pego mais excremento na pá do banheiro, e bateu na parte intima de Betina, uma pancada do objeto cheio de merda, a dor foi muito forte, foi uma pancada dolorosa que deixou as coxas e a vagina horrivelmente vermelhas e doloridas, e sujou tudo totalmente com aquelas porcarias. Ela sentiu aquilo, e todo o prazer que sentia se transformou em um intensificado nojo, sentindo as fezes dentro da sua vagina, e nas coxas, agoniante, e insuportável. - E as fezes são o que sobra de toda essa vida, isto é, a morte, a imundície e todo o mal. – Ele colocou de novo a máscara, e começou a rir, se levantou de seus joelhos caídos e removeu o duréx da boca dela, que deu um grito extremamente alto, e cuspiu nele, acertando na máscara, foi nessa hora que ela conseguiu ver os olhos dele pelos buraquinhos, eram aparentemente negros, pequenos e indiferentes, mas não assustadores como ela esperava, lembravam um pouco os olhos de uma criança.
- Me tira daqui, por favor, por favor. – Ela gritava sem parar, chorando em pânico, agora que podia gritar, gritaria, e de algum modo ainda tinha esperança de que o mascarado teria piedade.
- A imundície. – Ele bateu com a pá na garota, que não pode se defender, não foi com força, mas encheu a face dela com as fezes, parte dela entrou em sua boca, sentindo o gosto do excremento, vomitou sem parar, sem conseguir remover aquele odor e sabor grotesco e pungente, vomitou muito, no chão, e o carrasco apenas assistia, ela nem podia gritar, de tanto que vomitava, dava para ver do café da manhã até o lanche da tarde dela escorrendo pelo chão, pedacinhos de pão, carne, miojo e biscoito boiavam no suco laranja.
- Vamos tentar de novo. – Dessa vez ele pegou bosta com a mão, e enfiou no nariz da menina, que tentou virar a cabeça, mas ainda foi atingida, no meio do nariz, não doeu, mas sentiu novamente aquilo em cima dela, em maior quantidade, seu rosto estava coberto por uma máscara de cocô a essa altura, não agüentava mais, voltou a vomitar, dessa vez só saía água, toda a comida já havia saído, removia todo o líquido de seu corpo, ficando cada vez mais fraca, e vomitava sem parar, se sentia cada vez mais fraca, e sua consciência parecia cada vez mais afetada, começando a ouvir um estranho zunido nos seus ouvidos. Vomitou mais e mais, botando pra fora os fluídos naturais do seu corpo, totalmente desidratada, enquanto o carrasco assistia e se deleitava, a essa altura, ele estava com a mão dentro das calças, certamente se masturbando, um grotesco e repugnante fetiche sexual desviado, a mais bizarra das parafilias, pior que scat, apotemnofilia, bukkake, golden rain, sadismo, masoquismo, frotteurismo, fetichismo, bondage, incesto, necrofilia, voyeurismo ou qualquer outro desejo pervertido da mente humana. Ele baixou suas calças e sua cueca, enquanto a garota ofegava, não vomitando mais, imunda de bosta, em pânico, sem forças nem mesmo para soltar um palavra, e sem nem mesmo conseguia vomitar mais, era incrível que ainda estivesse viva, sentia uma sensação profunda de morte, se sentia realmente como se estivesse morta, mas uma morte que ainda sente as dores e o sofrimento que um vivo sente, sentiu o comprido pênis do mascarado entrar na sua buceta suja, e logo ele começaria a penetrá-la em um ritmo crescente, agressivo e selvagem. Nos momentos seguintes, ela se retorceria com um prazer mórbido, era como ter o cadáver violentado conscientemente, se sentia fraca demais, definitivamente semi-morta, mas também sentia aquele membro entrando e saindo de sua intimidade intensamente, aquele criminoso era realmente habilidoso em seus movimentos. Foram momentos muito longos, ela não podia descrever aquela sensação, era terrível, ter o cadáver vivo estuprado enquanto estava em um nível absoluto de exaustão, sem nem ao menos pensar direito ou mover um músculo, e o pior era que era muito excitante e prazeroso ao mesmo tempo que era diabolicamente doloroso, ainda sentia as fezes grudadas no seu rosto e na sua vagina. O assassino retirou seu pau sujo da garota antes de qualquer um dos dois gozasse, e levantou novamente suas roupas.
- Senhorita, espero que tenha gostado da sua última vez. – Sussurrou no ouvido dela, que queria muito gritar, mas não conseguia, e a arrancou com uma violenta mordida, o pior de tudo é que ela não podia reagir à dor, não demorou muito para que começasse a marcar seus braços com arranhões, e logo repetiu o mesmo pelo corpo inteiro, fez tantos longos e profundos arranhões que parecia que tinha sido atacada por centenas de gatos ao mesmo tempo, sangrava por cada corte, saía um pouco de sangue de cada um, e se não fosse socorrida, com certeza morreria, a dor que lhe foi infligida para fazer todo aquele “trabalho”.
Ele se afastou, e observou bem a visão que tinha diante dos olhos, era uma obra prima, a menina imóvel, viva, cheia de cortes no corpo, cheia de fezes entre as coxas e no rosto, e de brinde algumas gotas de vômito no queixo, por mais nojento que fosse, ele adorava o que via, era uma espécie de arte estética para ele, mas ainda faltava um toque final.
- Você deve querer a morte, mas poderá tê-la.
Ele usou as fezes para estancar os sangramentos, tampando os ferimentos, usando o excremento como cola, assim, ela não morreria tão rápido, mas deixou dois ferimentos abertos por onde o sangue saía, nos seios mas a repulsa apenas aumentava, e foi lá que ela ficou, ele soprou cada uma das 9 velas no local, deixando a escuridão tomar totalmente o banheiro onde os horrores ocorreram, e se retirou tranquilamente, deixando a última vítima sangrando devagar, morrendo aos poucos, sentindo muita dor, embora já como uma morta-viva.
Ótimo o conto, muito nojento, mas ótimo, confesso que até senti um pouco de "tesão" ao lê-lo (risos). De todos os pacientes do seu hospício este é o mais louco que conheci!
ResponderExcluirEsclarendo: minha excitação foi devido ao sangue, dor e sexo de forma indefesa
ResponderExcluir