Perguntei a ela quem era Gilles de Rais, e ela me disse:
- É uma boa história para se contar. Gilles de Rais foi um militar francês que
lutou na Guerra dos Cem Anos contra os ingleses, era um nobre e considerado um
herói de guerra, duro, orgulhoso e muito corajoso. De Rais ficou mexido quando
conheceu uma mulher que acabaria ficando muito mais célebre que ele, Jeanne
D’Arc.
- Bem, essa eu sei quem é, todos sabem.
- Sim, sabe. Gilles se apaixonou por Jeanne e lutou ao lado dela por um tempo,
ele entrou em completo desespero quando ela morreu, queimada pela Igreja
Católica dos ingleses, seus inimigos. A morte dela foi a morte do amor e de
toda a humanidade para o marechal, encerrou sua carreira militar e se tornou
cada dia mais sombrio. O caminho que seguiu foi o mais obscuro que poderia,
buscou uma forma distorcida e doentia de alquimia e magia, louco, acreditou os que
poderia invocar um demônio e usá-lo para realizar todos os seus desejos. A dor
da perda tornou seus desejos terríveis e monstruosos, era um pedófilo, um
depravado necrófilo e sodomita, começou a sequestrar crianças, abusá-las ,
torturá-las, e mata-las... não quero dizer o que ele fazia com os cadáveres,
imagine a pior possibilidade e terá imaginado o que ele fazia, e não estou
falando de mera necrofilia comum, essa não é a pioro possibilidade. Ele oferecia
as vidas e os pedaços das crianças ao demônio Barron, tinha tal fé nesse
demônio abominável que o ajudaria a realizar todos os seus desejos e preencher
o vazio que Jeanne deixou-lhe no coração, que Barron criou vida como um demônio
de verdade, criado pelo pensamento perverso de um homem diabólico. Gilles sentia prazer sexual com a dor das
crianças e o cheiro deles queimando, os pendurava ainda vivos em ganchos de
açougue e os provocava mutilações do pior tipo, sua vilania não poderia criar
um demônio pequeno ou comum, criou um demônio cruel e poderoso, com
inteligência considerável e consciência completa. Esse louco foi descoberto e
queimado pela Igreja Católica da França, ironicamente Gilles teve o mesmo
destino de sua amada Jeanne, mais irônico ainda é que Jeanne morreu como uma
bruxa excomungada, condenada espiritualmente pela Igreja, já Gilles foi
perdoado pelos seus pecados e foi absolvido por “Deus” antes da morte, assim
ele foi queimado, mas supostamente sua alma iria para o Céu. A Igreja é realmente
ridícula, não é? Todo a bravura que ele tinha para lutar pela sua pátria se
transformou em uma crueldade extrema, um nível de sadismo que mesmo o vil mundo
material veria poucas vezes em sua desafortunada história.
- É sim. E depois da morte dele? – Eu ouvia com interesse e espanto.
- Barron, como um demônio poderoso e insano levou Gilles ao Círculo do Sadismo,
e lá viveram como dois torturadores por vários anos, depois se separaram,
Gilles continuou lá e Barron foi para a Cidade dos Criminosos. Por pior que o
espírito artificial fosse, ele tinha amizade e respeito pelo seu criador. O que aconteceu depois? Nem sei.
sábado, 19 de maio de 2012
A Condessa (A puta de Paris)
Psicografei esse texto a partir do poder do grande Marquês de Sade, que me ofereceu sua forte libertinagem para pregar contra todo o amor e romantismo:
A condessa Jeanne Montmorency era a mais devassa dama de Paris, casada com o fiel conde Gilles Montmorency. Essa linda jovem de rara beleza havia sido, em sua infância, uma reles serviçal em casa do falecido conde Montmorency, pai do senhor Gilles, a pequena flor não se conformava em viver em meio a todo aquele luxo sem ter acesso a mais do que alguns pedaços de pão diariamente. Teve a ideia de seduzir o filho do senhor, que a tratava com mais gentileza que todos os outros membros da casa, a condessa Liane e seu irmão, o barão de Orleans. Gilles tinha nove anos e Jeanne dez quando o golpe de mestre da plebeia o capturou, ela o atraiu para brincar nos jardins, e lá tocou o seu corpo no do garoto até levá-lo aos mais devassos atos a dois. Os dois tiveram o romance secreto de Romeu e Julieta, os pais de Gilles nunca aceitariam que aquela linda empregada recebesse o nome nobre dos Montmorency. Jeanne bem o sabia, e cegou seu amante com tal paixão que o convenceu a ajudá-la no assassinato de seus próprios pais, ele não hesitou em aceitar, deslumbrado de amor, paixão e principalmente tesão, nada poderia ser mais intenso na vida do que o prazer entre as coxas de Jeanne, seu sexo intenso e ardente, escravizador e violento em cada parte. Ela tinha o dom da sedução de forma inata, a libertinagem corria em suas veias de pobre destinada ao sucesso. O assassinato foi frio e violento, à moda dos ávidos por herança, Gilles distraiu os pais enquanto Jeanne colocava veneno na bebida deles, assim que o conde e a condessa estavam mortos, o casal tratou de colocar a culpa no barão de Orleans, que foi preso e condenado à guilhotina.
Gilles foi nomeado conde e recebeu uma gorda herança, casou-se imediatamente com Jeanne, que iniciou a sua carreira de libertinagem. O que o ingênuo marido não sabia era que desde seus doze anos, Jeanne se prostituía e vendia o delicioso corpo por dinheiro, juntou uma quantia considerável com essa profissão secreta, quantia que escondia com maestria, maestria comparável ao seu apetite sexual incontrolável. Não parou de enganar Gilles após o casamento, apenas passou a se prostituir com maior frequência, ela ia ao bordel da cidade e lá fodia com todos os homens que estivesse dispostos a pagar um preço quase simbólico, só assim podia satisfazer seu tesão. Quando a condessa desejava um prazer mais intenso com homens mais belos e jovens do aqueles que encontrava no bordel, contratava seus próprios rapazes para que a satisfizessem, tinha preferência pelos de catorze anos, uma idade em que a sexualidade desabrocha intensamente, mas que mantém alguns dos traços mais atraentes da infância.
Convém antes, descrever a estrutura física dessa flor venenosa chamada Jeanne: Não existe, em Paris, mulheres com seios mais duros e redondos, grandes de bicos rosados de extrema beleza; não existe em toda a França uma única mulher que tenha mais sedoso cabelos castanhos, que em cachos mostram o caminho descendente que aponta até o prazer, próximo das nádegas de tão longo; e que nádegas poderiam ser comparadas ao divino traseiro que a Condessa possui? Descrevo também suas coxas roliças e grossas que apontam no templo de Vênus já muito frequentado que Jeanne guarda em si, com poucos pelos escuros e lábios rosados carnudos que parecem chamar visitantes, atraindo-os para a perdição no maior de todos os prazeres.
Gilles era um tolo, um tolo cego diante da beleza de sua Jeanne, ela vivia com os maiores luxos disponíveis na capital e esbanjava o dinheiro do rico marido, o único preço era que o encantasse a cada noite com seus encantos femininos, com o fogo incontrolável que acendia a cada movimento das coxas, lábios e nádegas. Jeanne engravidou e teve uma filha, certamente não de Gilles, um dia, quando a belíssima Sophie tinha apenas oito anos, lhe ensinou:
As putas são as mulheres mais fortes da cadeia alimentar, que outro gênero tem maior potencial para subir na escada da vida usando seus amantes como degrau? Mas falo da legítima puta superior, aquela que é capaz de render qualquer homem a seus pés, aquela que nunca se apaixona, aquela que sabe que só os tolos têm sentimentos.
A condessa Jeanne Montmorency era a mais devassa dama de Paris, casada com o fiel conde Gilles Montmorency. Essa linda jovem de rara beleza havia sido, em sua infância, uma reles serviçal em casa do falecido conde Montmorency, pai do senhor Gilles, a pequena flor não se conformava em viver em meio a todo aquele luxo sem ter acesso a mais do que alguns pedaços de pão diariamente. Teve a ideia de seduzir o filho do senhor, que a tratava com mais gentileza que todos os outros membros da casa, a condessa Liane e seu irmão, o barão de Orleans. Gilles tinha nove anos e Jeanne dez quando o golpe de mestre da plebeia o capturou, ela o atraiu para brincar nos jardins, e lá tocou o seu corpo no do garoto até levá-lo aos mais devassos atos a dois. Os dois tiveram o romance secreto de Romeu e Julieta, os pais de Gilles nunca aceitariam que aquela linda empregada recebesse o nome nobre dos Montmorency. Jeanne bem o sabia, e cegou seu amante com tal paixão que o convenceu a ajudá-la no assassinato de seus próprios pais, ele não hesitou em aceitar, deslumbrado de amor, paixão e principalmente tesão, nada poderia ser mais intenso na vida do que o prazer entre as coxas de Jeanne, seu sexo intenso e ardente, escravizador e violento em cada parte. Ela tinha o dom da sedução de forma inata, a libertinagem corria em suas veias de pobre destinada ao sucesso. O assassinato foi frio e violento, à moda dos ávidos por herança, Gilles distraiu os pais enquanto Jeanne colocava veneno na bebida deles, assim que o conde e a condessa estavam mortos, o casal tratou de colocar a culpa no barão de Orleans, que foi preso e condenado à guilhotina.
Gilles foi nomeado conde e recebeu uma gorda herança, casou-se imediatamente com Jeanne, que iniciou a sua carreira de libertinagem. O que o ingênuo marido não sabia era que desde seus doze anos, Jeanne se prostituía e vendia o delicioso corpo por dinheiro, juntou uma quantia considerável com essa profissão secreta, quantia que escondia com maestria, maestria comparável ao seu apetite sexual incontrolável. Não parou de enganar Gilles após o casamento, apenas passou a se prostituir com maior frequência, ela ia ao bordel da cidade e lá fodia com todos os homens que estivesse dispostos a pagar um preço quase simbólico, só assim podia satisfazer seu tesão. Quando a condessa desejava um prazer mais intenso com homens mais belos e jovens do aqueles que encontrava no bordel, contratava seus próprios rapazes para que a satisfizessem, tinha preferência pelos de catorze anos, uma idade em que a sexualidade desabrocha intensamente, mas que mantém alguns dos traços mais atraentes da infância.
Convém antes, descrever a estrutura física dessa flor venenosa chamada Jeanne: Não existe, em Paris, mulheres com seios mais duros e redondos, grandes de bicos rosados de extrema beleza; não existe em toda a França uma única mulher que tenha mais sedoso cabelos castanhos, que em cachos mostram o caminho descendente que aponta até o prazer, próximo das nádegas de tão longo; e que nádegas poderiam ser comparadas ao divino traseiro que a Condessa possui? Descrevo também suas coxas roliças e grossas que apontam no templo de Vênus já muito frequentado que Jeanne guarda em si, com poucos pelos escuros e lábios rosados carnudos que parecem chamar visitantes, atraindo-os para a perdição no maior de todos os prazeres.
Gilles era um tolo, um tolo cego diante da beleza de sua Jeanne, ela vivia com os maiores luxos disponíveis na capital e esbanjava o dinheiro do rico marido, o único preço era que o encantasse a cada noite com seus encantos femininos, com o fogo incontrolável que acendia a cada movimento das coxas, lábios e nádegas. Jeanne engravidou e teve uma filha, certamente não de Gilles, um dia, quando a belíssima Sophie tinha apenas oito anos, lhe ensinou:
As putas são as mulheres mais fortes da cadeia alimentar, que outro gênero tem maior potencial para subir na escada da vida usando seus amantes como degrau? Mas falo da legítima puta superior, aquela que é capaz de render qualquer homem a seus pés, aquela que nunca se apaixona, aquela que sabe que só os tolos têm sentimentos.
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