Psicografei esse texto a partir do poder do grande Marquês de Sade, que me ofereceu sua forte libertinagem para pregar contra todo o amor e romantismo:
A condessa Jeanne Montmorency era a mais
devassa dama de Paris, casada com o fiel conde Gilles Montmorency. Essa linda
jovem de rara beleza havia sido, em sua infância, uma reles serviçal em casa do
falecido conde Montmorency, pai do senhor Gilles, a pequena flor não se
conformava em viver em meio a todo aquele luxo sem ter acesso a mais do que
alguns pedaços de pão diariamente. Teve a ideia de seduzir o filho do senhor,
que a tratava com mais gentileza que todos os outros membros da casa, a
condessa Liane e seu irmão, o barão de Orleans. Gilles tinha nove anos e Jeanne
dez quando o golpe de mestre da plebeia o capturou, ela o atraiu para brincar
nos jardins, e lá tocou o seu corpo no do garoto até levá-lo aos mais devassos
atos a dois. Os dois tiveram o romance secreto de Romeu e Julieta, os pais de
Gilles nunca aceitariam que aquela linda empregada recebesse o nome nobre dos Montmorency.
Jeanne bem o sabia, e cegou seu amante com tal paixão que o convenceu a ajudá-la
no assassinato de seus próprios pais, ele não hesitou em aceitar, deslumbrado
de amor, paixão e principalmente tesão, nada poderia ser mais intenso na vida
do que o prazer entre as coxas de Jeanne, seu sexo intenso e ardente,
escravizador e violento em cada parte. Ela tinha o dom da sedução de forma
inata, a libertinagem corria em suas veias de pobre destinada ao sucesso. O
assassinato foi frio e violento, à moda dos ávidos por herança, Gilles distraiu
os pais enquanto Jeanne colocava veneno na bebida deles, assim que o conde e a
condessa estavam mortos, o casal tratou de colocar a culpa no barão de Orleans,
que foi preso e condenado à guilhotina.
Gilles foi nomeado conde e recebeu uma gorda herança, casou-se imediatamente
com Jeanne, que iniciou a sua carreira de libertinagem. O que o ingênuo marido
não sabia era que desde seus doze anos, Jeanne se prostituía e vendia o
delicioso corpo por dinheiro, juntou uma quantia considerável com essa
profissão secreta, quantia que escondia com maestria, maestria comparável ao
seu apetite sexual incontrolável. Não parou de enganar Gilles após o casamento,
apenas passou a se prostituir com maior frequência, ela ia ao bordel da cidade
e lá fodia com todos os homens que estivesse dispostos a pagar um preço quase
simbólico, só assim podia satisfazer seu tesão. Quando a condessa desejava um
prazer mais intenso com homens mais belos e jovens do aqueles que encontrava no
bordel, contratava seus próprios rapazes para que a satisfizessem, tinha
preferência pelos de catorze anos, uma idade em que a sexualidade desabrocha
intensamente, mas que mantém alguns dos traços mais atraentes da infância.
Convém antes, descrever a estrutura
física dessa flor venenosa chamada Jeanne: Não existe, em Paris, mulheres com
seios mais duros e redondos, grandes de bicos rosados de extrema beleza; não
existe em toda a França uma única mulher que tenha mais sedoso cabelos
castanhos, que em cachos mostram o caminho descendente que aponta até o prazer,
próximo das nádegas de tão longo; e que nádegas poderiam ser comparadas ao
divino traseiro que a Condessa possui? Descrevo também suas coxas roliças e
grossas que apontam no templo de Vênus já muito frequentado que Jeanne guarda
em si, com poucos pelos escuros e lábios rosados carnudos que parecem chamar
visitantes, atraindo-os para a perdição no maior de todos os prazeres.
Gilles era um tolo, um tolo cego diante da beleza de sua Jeanne, ela vivia com
os maiores luxos disponíveis na capital e esbanjava o dinheiro do rico marido,
o único preço era que o encantasse a cada noite com seus encantos femininos,
com o fogo incontrolável que acendia a cada movimento das coxas, lábios e nádegas.
Jeanne engravidou e teve uma filha, certamente não de Gilles, um dia, quando a belíssima
Sophie tinha apenas oito anos, lhe ensinou:
As putas são as mulheres mais fortes da cadeia alimentar, que outro gênero tem maior potencial para
subir na escada da vida usando seus amantes como degrau? Mas falo da legítima
puta superior, aquela que é capaz de render qualquer homem a seus pés, aquela
que nunca se apaixona, aquela que sabe que só os tolos têm sentimentos.
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